História do Jornal Impresso

Publicado: julho 4, 2011 em Informações Diversas

A história do jornal impresso inicia-se com a criação, pelo alemão Johanes Gutenberg, da prensa de tipos móveis, no século XV e logo a invenção passou a funcionar produzindo material gráfico religioso.
Somente no início do século XVI as primeiras folhas noticiosas apareceram na Europa, utilizando a prensa, agora, para produzir informação. Estas relacionavam-se a acontecimentos particulares e não tinham edições subsequentes. Na segunda metade do mesmo século, elas começaram a ser periódicas, até que no século XVII, juntamente com a intensificação da atividade comercial, surgemos primeiros jornais e as revistas de notícias regulares.
Aos bons apreciadores dessa incrível maneira de “se dar” a notícia, no início do século XVI, nos bares e cafés da cidade de Londres, os donos desses lugares puxavam conversa com os viajantes que por ali passavam certa vez que contava suas histórias, de coisas que já haviam visto. Então pegavam suas histórias sobre guerras que haviam acontecido ou então algo de diferente que passaram, imprimiam e, entregavam aos seus clientes. A primeira notícia impressa com o nome de jornal aconteceu em 1609. Segundo o livro “Os elementos do jornalismo” (Bill Kovach e Tom Resentiel), a partir desta data, também houve um grande avanço na escrita, por que antes eram usados suportes feitos por tiras de chumbo, pele e o papiro; surgindo a imprensa diária.
No Brasil teve seu primeiro jornal impresso no ano de 1808, atrasado por motivos de política e economia. Completando 202 anos, teve sua primeira edição da Gazeta do Rio de Janeiro, tendo somente uma publicação oficial da Corte, proibido anteriormente qualquer forma de publicação impressa aos brasileiros.
Observando que o jornal na verdade era apenas uma forma de divulgação de avisos e notícias sem muita importância, a Corte então decidiu divulgar o que se passava na Europa Napoleônica para o povo. Também, claro, levando em conta que havia muito atraso nas notícias.

A LUTA PELA LIBERDADE
Em 1821, porém, a liberdade de imprensa provoca o surgimento de diversos jornais, principalmente de oposição à dominação portuguesa. Eles tiveram papel bem destacado na preparação da Independência e utilizavam, muitas vezes, linguagem violenta. Eles surgiam em diversas regiões do Brasil e tinham caráter doutrinário, defendendo a liberdade. Para se defender, o governo mantinha, também, os seus jornais.

PRENSA PARA PRODUZIR JORNAL

Utilização do Jornal Impresso como mecanismo para as Igrejas
Quando falamos em comunicação, estamos nos referindo a toda e qualquer forma de transmissão de mensagens, conteúdos ou informações para outras pessoas. O termo comunicação é abrangente e não se restringe aos meios midiáticos (rádio, TV, jornal impresso, site e etc), mas a toda e qualquer forma de relacionamento humano.
Sabemos que não existe evangelização sem comunicação. Evangelizar implica necessariamente em comunicar. Até mesmo o testemunho de vida como ação evangelizadora é uma forma de comunicação. O ato de testemunhar é comunicar com a própria vivência a mensagem do evangelho. As pessoas testemunham, porque outras entendem e captam a mensagem que elas transmitem através da sua forma de viver.
Os jornais impressos é um grande meio de comunicação que as igrejas podem utilizar para transmitir sua mensagem de evangelização, através deste meio, muitas pessoas conhecerão a palavra de Deus e se interessaram a participar dos cultos, aumentando assim o número de fiéis para as igrejas.
As igrejas precisam reconhecer a importância dos meios de comunicação na divulgação do evangelho.

Com o crescimento do público evangélico no país, a mídia passou a ser uma das principais ferramentas de marketing utilizadas pelos líderes evangélicos. A comunicação possibilitou às igrejas perceberem o potencial da propaganda e sua importância na conquista de novos fiéis, para o crescimento de suas igrejas, criando um canal direto entre os fiéis e os líderes. Os líderes evangélicos são pessoas com extrema capacidade de comunicação, tornam-se mitos, símbolos representativos de determinada instituição religiosa e fazem uso dessa poderosa imagem adquirida para atrair pessoas para sua igreja. Meios televisivos, mídias interativas e impressos, inclusive das próprias instituições, são utilizados pelas igrejas para difundirem suas mensagens .

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comentários
  1. Fernando disse:

    Ajudou-me a entender um pouco mais sobre o assunto,contudo me deixando hapto a falar sobre o assunto em um seminário que começará daqui apouco!
    😀

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